Relatos de testemunhas oculares e historiadores que viram dinossauros vivos.

A narrativa predominante no ensino acadêmico contemporâneo estabelece uma barreira intransponível: um abismo cronológico de aproximadamente 65 milhões de anos entre a extinção dos dinossauros e o surgimento do primeiro ser humano.

Para a ciência secular, qualquer sugestão de coexistência é relegada ao campo da fantasia ou da ficção científica. Entretanto, o registro escrito da humanidade parece ir contra a ideia dos milhões de anos quando mostra relatos de historiadores e pessoas que mencionam dinossauros vivos em seu tempo.

Se os dinossauros foram criados no sexto dia, conforme o relato de Gênesis, e se exemplares de cada espécie terrestre entraram na Arca de Noé, seria lógico esperar que a memória coletiva da humanidade estivesse impregnada de encontros com essas criaturas. E é exatamente isso que encontramos.

Antes de 1841, a palavra “dinossauro” não existia; o mundo conhecia estes répteis como dragões, ou serpentes.

Este artigo investiga relatos de historiadores, exploradores e cronistas que descreveram, com precisão anatômica impressionante, animais que a paleontologia moderna só viria a “descobrir” milênios depois através do registro fóssil.

 

Flávio Josefo menciona serpentes semelhantes a Pterossauros em seus escritos.

Flávio Josefo menciona serpentes semelhantes a Pterossauros em seus escritos

Temos vários relatos de pessoas e até historiadores conhecidos que mencionam repteis que se encaixam perfeitamente com vários tipos de dinossauros conhecidos hoje e encontrados no Registro Fóssil.

Um relato interessante, embora não seja exatamente um avistamento de um dinossauro, é o registro de Flávio Josefo, historiador Judeu do século I.

Josefo, relatou a existência de pequenos répteis voadores no antigo Egito e na Arábia, e descreveu seus predadores, os íbis uma ave sagrada justamente porque ele era o único animal capaz de caçar e devorar essas serpentes voadoras, que impediam sua invasão ao Egito. (Epstein, Perle S., Monsters: Their Histories, Homes, and Habits , 1973, p. 43.) 

O contexto da citação é a campanha militar de Moisés (antes do Êxodo, quando ele ainda era um general egípcio) contra os etíopes. Para atravessar um deserto infestado de serpentes venenosas e aladas, Moisés utilizou uma estratégia engenhosa com aves chamadas íbis.

A Citação de Flávio Josefo:

“Pois quando o exército estava para marchar, Moisés inventou um estratagema maravilhoso para a segurança das tropas: ele mandou fazer cestos de vime, semelhantes a arcas, encheu-os de aves chamadas íbis e ordenou que fossem levadas junto com o exército. Ora, esta ave é a maior inimiga das serpentes, que fogem diante delas; mas as íbis as alcançam em seu voo e as devoram, tal como fazem os gaviões com as aves menores. […]

Quando, portanto, Moisés chegou à terra que era o berço dessas serpentes, ele soltou as íbis e, por meio delas, repeliu as criaturas venenosas. Pois existem ali serpentes que surgem em grande número, e algumas delas voam pelos ares e, sem serem percebidas, atacam os homens e lhes causam danos terríveis. Moisés, então, por meio dessas aves, as exterminou e assim atravessou o país.” (JOSEFO, Flávio. Antiguidades Judaicas, Livro II, Capítulo 10, Seção 2.)

Embora muitos possam sugerir que na verdade as serpentes só saltavam pelos ares, o texto de Josefo mostra que na verdade elas voavam, e isso é confirmado posteriormente por Heródoto ao se referir a elas como serpentes aladas.

 

Heródoto menciona criaturas semelhantes a Pterossauros em seus escritos.

Heródoto menciona criaturas semelhantes a Pterossauros em seus escritos.

Heródoto (Século. V a.C.), frequentemente chamado de “Pai da História”, era conhecido por sua meticulosidade ao relatar o que via em suas viagens.

Em sua obra máxima, Histórias (Livro II, 75-76), ele faz um relato perturbador sobre o que encontrou na fronteira da Arábia com o Egito onde existiam serpentes aladas.

O Relato de Heródoto (Trecho 1: A Viagem e os Esqueletos).

Heródoto descreve ter viajado a um local próximo à cidade de Buto para investigar relatos de “serpentes aladas”. Ele escreve:

“Há um lugar na Arábia, situado quase em frente à cidade de Buto, ao qual fui para me informar sobre as serpentes aladas. Ao chegar lá, vi esqueletos e espinhas dorsais de serpentes em quantidades impossíveis de descrever; havia pilhas de espinhas, algumas grandes, outras menores, e outras menores ainda. O lugar onde as espinhas estão espalhadas é uma garganta entre duas montanhas, que se abre para uma planície vasta, a qual se comunica com a planície do Egito.”

O Relato de Heródoto (Trecho 2: A Anatomia da Criatura).

“Diz-se que, com o início da primavera, as serpentes aladas voam da Arábia em direção ao Egito, mas as aves chamadas íbis as encontram na garganta que mencionamos e as impedem de passar, matando-as. […] A forma da serpente é como a da víbora, mas ela tem asas que não são guarnecidas de penas, mas são perfeitamente semelhantes às asas de um morcego.” (HERÓDOTO. Histórias, Livro II, Capítulos 75 e 76.)

A descrição de Heródoto é cirúrgica. Ele diferencia claramente essas criaturas das aves (pela ausência de penas) e as compara aos morcegos (pela membrana alar).

Isso pode realmente estar descrevendo um tipo de Pterosauro ou outro tipo de réptil extinto que não conhecemos ainda.

Como Heródoto poderia descrever com tanta precisão a estrutura de um pterossauro se esses animais estivessem extintos há milhões de anos?

A presença de “montanhas de esqueletos” sugere que essas criaturas eram comuns na região e que Heródoto examinou evidências físicas recentes, não fósseis mineralizados em rochas profundas.

Heródoto deixa claro: “fui para me informar” e “ao chegar lá, vi”. Ele não está contando uma lenda que ouviu, mas descrevendo o que encontrou no chão de uma garganta montanhosa.

O detalhe de que as asas eram “semelhantes às de um morcego” (membranosas) e “sem penas” é a descrição exata de um Pterossauro. Se ele estivesse inventando, provavelmente usaria a anatomia das aves, que era o único exemplo de voo conhecido na época.

Este relato expande o que Flávio Josefo mencionou sobre este tipo de animal e também se encaixa com as “serpentes abrasadoras” mencionadas em Números 21:6 e Isaías 30:6, onde o profeta Isaías descreve explicitamente a região do Egito e da Etiópia como terra de “víboras e serpentes voadoras” (no original hebraico, saraph).

Embora alguns críticos modernos tentem reduzir os relatos de Heródoto a metáforas sobre mercadores de incenso, o texto original resiste a essa interpretação.

Heródoto descreve anatomia (esqueletos sem penas), biologia (predação pelas íbis) e geografia específica. Um historiador do seu porte não confundiria pilhas de ossos de répteis com caravanas comerciais.

 

Megástenes, historiador grego, menciona serpentes aladas semelhantes a pterossauros.

Megástenes, historiador grego, menciona serpentes aladas semelhantes a pterossauros.

Outro relato interessante sobre criaturas semelhantes a pterossauros vem dos escritos do historiador grego Megástenes, historiador grego, que viveu no século IV a.C. e escreveu sobre a Índia em sua obra Indica (hoje perdida),

Megástenes não chegou até nós com sua obra Indica completa. O que temos hoje são fragmentos preservados por outros autores antigos, principalmente por Estrabão, Arriano e Diodoro Sículo.

A descrição das “serpentes aladas” aparece nesses fragmentos, especialmente em citações preservadas por Estrabão.

Em um dos trechos mais citados ele diz:

“Megástenes afirma que na Índia existem serpentes de tamanho extraordinário, algumas com asas, que voam durante a noite e deixam cair urina, a qual causa feridas graves em quem não se protege.” (Estrabão, Geografia, Livro XV, 1.37, citando Megástenes)

Em algumas compilações, o trecho aparece com pequenas variações de tradução, como:

“Há também serpentes aladas que voam à noite e projetam uma urina corrosiva, que queima a pele de quem é atingido.”

Outros escritores antigos confirmam o cenário descrito por Megástenes.

O relato de Megástenes, sobre serpentes extraordinárias na Índia não surge de forma isolada no mundo antigo. Pelo contrário, diversos autores ao longo dos séculos seguintes, muitos deles com acesso a tradições independentes, também registraram a existência de criaturas semelhantes na mesma região.

No século I d.C., o historiador grego Arriano, ao relatar as viagens de Nearco em sua obra Indica, menciona que na Índia existiam serpentes de tamanho extraordinário e extremamente perigosas, reforçando a ideia de que a região era conhecida por abrigar animais fora do comum.

O historiador Diodoro Sículo (século I a.C.) descreve, em sua Biblioteca Histórica, que a Índia produzia criaturas extraordinárias, incluindo serpentes de tamanho impressionante, um testemunho que aponta para uma tradição já consolidada sobre a fauna incomum daquele território.

Já no século I d.C., o naturalista romano Plínio, o Velho, em sua enciclopédica História Natural, afirma que a Índia abrigava serpentes gigantes.

Avançando para o século II–III d.C., o escritor romano Eliano, em De Natura Animalium, reafirma a existência de serpentes de tamanho extraordinário na Índia, destacando sua força e perigo, em consonância com os relatos anteriores.

O sofista Filóstrato, no século III d.C., em sua obra Vida de Apolônio de Tiana, também menciona serpentes enormes temidas pelos habitantes locais, demonstrando que essa tradição continuava viva e sendo transmitida ao longo do tempo.

Embora não possamos afirmar com certeza que Megástenes, ou qualquer outro escritor antigo estivesse realmente falando de um tipo de pterossauro, dificilmente pensaríamos em um animal diferente que tivesse todas as características mencionadas para associarmos ao que eles escreveram.

 

Plínio, o Velho, escritor e naturalista menciona criaturas semelhantes a Dinossauros.

Plínio, o Velho, escritor e naturalista menciona criaturas semelhantes a Dinossauros.

Plínio, o Velho foi um importante escritor, naturalista e oficial romano que viveu no século I d.C. (23–79 d.C.), durante o período do Império Romano.

Ele é mais conhecido por sua grande obra chamada História Natural, uma espécie de enciclopédia antiga que reúne conhecimentos sobre diversos temas.

Em sua monumental enciclopédia História Natural, dedicou trechos consideráveis a répteis de proporções colossais que habitavam as fronteiras do Império Romano, especialmente na África e na Índia.

A Serpente do Rio Bagradas (África).

Este é o relato mais famoso de Plínio e descreve um confronto militar real entre o exército romano e um réptil gigantesco durante a Primeira Guerra Púnica (c. 255 a.C.).

“É um fato bem conhecido que, na África, junto ao rio Bagradas, uma serpente de cento e vinte pés [aproximadamente 36 metros] de comprimento foi morta pelo exército de Régulo, utilizando balistas e máquinas de guerra, como se estivessem sitiando uma cidade. O rio ficou infectado com o seu sangue e o local com o seu mau cheiro, tanto que os romanos foram obrigados a mudar o acampamento.” (PLÍNIO, o Velho. História Natural, Livro VIII, Capítulo 14.)

Plínio afirma que a pele e as mandíbulas da criatura foram preservadas em um templo em Roma até a época da Guerra de Numância.”

São João Damasceno (séc. VIII), posteriormente mencionando os escritos de Plínio, insistia que tais criaturas, também observadas em seu tempo eram meros répteis biológicos, combatendo a ideia de que possuíam poderes mágicos ou origem sobrenatural como se acreditava na época.

Pessoas que conviveram com dinossauros

O Combate entre Elefantes e Dragões (Índia).

Plínio descreve a existência de “Dragões” (Dracones) na Índia que eram tão grandes que podiam enfrentar e abater elefantes.

“A Índia produz serpentes de tal magnitude que são capazes de engolir cervos e touros inteiros. […] Elas se enrolam nos elefantes com suas dobras e os apertam até que ambos morram na luta. O sangue do elefante é frio, e por isso o dragão busca sugá-lo para se refrescar, mas o peso do elefante ao cair acaba por esmagar a serpente que o atacou.” (PLÍNIO, o Velho. História Natural, Livro VIII, Capítulo 11 e 12.)

A Anatomia e o Tamanho Colossal.

Plínio reforça que esses animais possuíam características que os diferenciavam de cobras comuns, incluindo cristas e uma força descomunal.

“Na Etiópia, existem serpentes de vinte côvados de comprimento [aprox. 9 metros]. […] Diz-se que na costa da Índia existem serpentes marinhas de tal tamanho que os seus esqueletos são encontrados na areia e as pessoas usam as costelas para fazer vigas para as suas casas e as mandíbulas para fazer portas.” (PLÍNIO, o Velho. História Natural, Livro IX, Capítulo 4.)

Embora muitos afirmem que Plinio escrevia sobre situações e criaturas que ele nunca realmente presenciou, e que o escritor possui narrativas realmente excêntricas com detalhes exagerados, no caso das “serpentes” ele não é o único a menciona-las.

Existem na verdade quatro registros de historiadores renomados sobre este acontecimento: Tito Lívio o maior historiador de Roma, Valério Máximo, Historiador e Retórico, Dião Cássio, Historiador e Cônsul, e Paulo Orósio Historiador e Teólogo.

Estrabão (século I a.C.–I d.C.) e também Eliano (século II–III d.C.) em suas obras mencionam serpentes enormes e incomuns em regiões da África e da Índia, reforçando a ideia de que esses relatos eram comuns em sua época.

Muitos criacionistas acreditam que as criaturas na Índia tão imensas que podiam “envolver elefantes” que Plínio menciona eram na verdade um Bruhathkayosaurus ou um Barapasaurus, dinossauros que se encaixariam nesta descrição.

 

Alexandre o Grande também viu uma criatura semelhante a um dinossauro.

Alexandre o Grande também viu uma criatura semelhante a um dinossauro.

Quando Alexandre, o Grande, cruzou o rio Indo em 326 a.C., ele não estava apenas expandindo as fronteiras de seu império; ele estava entrando em um mundo que os gregos consideravam habitado por deuses e monstros. Entre os registros deixados pelos cronistas que acompanhavam o exército macedônio, um relato se destaca pela sua precisão aterrorizante: o encontro com um dragão colossal que habitava as cavernas da Índia.

O Relato de Eliano e a Investigação de Alexandre.

O historiador Cláudio Eliano, baseando-se em fontes primárias das campanhas de Alexandre, relata que, ao chegar à região de Taxila, os indianos imploraram ao general que não perturbasse uma criatura que eles veneravam como um deus.

Segundo o registro em De Natura Animalium (XV, 21):

“Quando Alexandre estava submetendo algumas partes da Índia e ocupando outras, encontrou em uma caverna uma serpente que os indianos consideravam sagrada e à qual prestavam grande e profunda adoração…

Quando o exército passava pela caverna e causava um ruído, a serpente percebeu e colocou a cabeça para fora do antro. Ela sibilou e soprou com tal violência que todos ficaram aterrorizados e confusos. E, de fato, dizia-se que ela tinha setenta côvados de comprimento, embora apenas a cabeça fosse visível… Seus olhos eram do tamanho de um grande e redondo escudo macedônio.” (AELIANO, Cláudio. De Natura Animalium (Sobre a Natureza dos Animais), Livro XV, Capítulo 21)

Mito ou Dinossauro?

Para o crítico secular, o relato de Alexandre é uma “exageração de guerra”. Contudo, os detalhes anatômicos e comportamentais oferecem uma leitura diferente:

Habitat em Cavernas: Muitos grandes répteis e dinossauros de sangue frio buscariam o isolamento térmico de grandes cavernas em regiões áridas, exatamente como descrito pelos gregos.

Dimensões Compatíveis: Um réptil de 30 metros é perfeitamente compatível com a anatomia dos Saurópodes (dinossauros de pescoço longo). Se pensarmos em carnívoros, embora menores que 30 metros, um Espinossauro ou um Tiranossauro jovem causaria exatamente a mesma impressão de “olhos como escudos” e sons aterrorizantes.

Veneração Pagã: O fato de os indianos adorarem a criatura confirma o padrão bíblico: quando o homem se afasta do Criador, ele passa a adorar a criação (Romanos 1:25), muitas vezes transformando animais imensos e perigosos em divindades para aplacar seu medo.

Curiosamente a Índia é um dos poucos lugares no mundo onde os tamanhos relatados pelos historiadores de Alexandre (14 a 36m) batem exatamente com a escala dos fósseis encontrados no mesmo solo.

Para o evento do Dragão da Caverna de Alexandre, temos pelo menos três fontes principais da Antiguidade que corroboram o encontro, Claudio Aeliano, Estrabão Geógrafo e Historiador e Onesícrito Historiador de Alexandre, dificilmente isso seria uma inveção.

 

Marco Polo viu criaturas semelhantes a dinossauros na China.

Marco Polo viu criaturas semelhantes a dinossauros na China

Quando o famoso explorador veneziano Marco Polo atravessou a província de Karajan (atual Yunnan, na China) no século XIII, ele registrou algo que a biologia moderna teria dificuldade em classificar como um réptil comum, mas que encontra paralelos impressionantes na paleontologia: as “serpentes de duas patas”.

O Relato Técnico de Marco Polo.

Diferente das lendas europeias de dragões alados que cuspiam fogo, o relato de Polo em sua obra As Viagens de Marco Polo (1298) é estritamente zoológico.

Ele descreve uma criatura com características físicas muito específicas:

“Saibam que elas têm dez passos de comprimento (cerca de 8 metros) e são muito grossas, tendo o corpo da largura de um grande cesto. Na parte anterior, perto da cabeça, elas têm duas patas curtas, que não têm pés, mas apenas três garras, A cabeça é muito grande e os olhos são ainda maiores que um pão de quatro denários, e muito brilhantes. As mandíbulas são largas o suficiente para engolir um homem; os dentes são enormes e afiados e toda a sua aparência é tão formidável que nem o homem, nem qualquer tipo de animal, pode se aproximar delas sem terror.” (Polo, Marco, As Viagens de Marco Polo , 1961, pp. 158-159.)

A Anatomia dos Terópodes.

O detalhe mais revelador é a menção de que a criatura possui apenas duas patas curtas na parte anterior, com três garras.

Crocodilos e lagartos possuem quatro patas funcionais. Cobras não possuem nenhuma.

Esta descrição é uma cópia fiel da anatomia de certos dinossauros terópodes. Muitos carnívoros bípedes possuem braços curtos e vestigiais com três dedos funcionais exatamente como Marco Polo descreveu.

Para um observador leigo vendo o animal rastejar ou em repouso, a descrição de “duas patas curtas perto da cabeça” é a forma mais lógica de descrever um dinossauro como o Baryonyx ou um Allosaurus.

Evidência de Coexistência: A Caça aos “Dragões.”

O que prova que Marco Polo não estava relatando um mito é a descrição detalhada de como os nativos chineses lidavam com essas feras. Não havia magia envolvida, apenas engenharia e estratégia:

Os caçadores observavam os caminhos habituais que as criaturas faziam para beber água no rio.

Devido o peso do animal, os nativos enterravam grandes estacas de madeira com pontas de ferro afiadas no solo, cobrindo-as com areia.

Quando a criatura passava pela trilha, seu próprio peso fazia com que as estacas perfurassem seu ventre. Os caçadores então finalizavam o animal para extrair sua pele e sua bílis, que era vendida como um remédio valioso na época.

O “Vale dos Dinossauros” de Lufeng.

A província de Yunnan (o antigo Reino de Karajan mencionado por Marco Polo), no sudoeste da China, é um dos locais mais ricos do mundo em fósseis de dinossauros, especialmente na região de Lufeng, conhecida como “a terra dos dinossauros”.

Mais de 120 fósseis e diversas espécies de190 milhões de anos, foram descobertos lá.

Marco Polo foi muito específico ao dizer que as criaturas tinham”apenas três garras”.  Na paleontologia, a maioria dos dinossauros terópodes (o grupo dos carnívoros bípedes) possui justamente o padrão tridáctilo (três dedos funcionais).

A geografia de Yunnan é marcada por densas florestas, montanhas e sistemas de cavernas (exatamente como Polo descreveu: “habitam cavernas durante o dia”.

O relato de Marco Polo é um “fóssil vivo” da literatura. Ele documentou um animal que a ciência só viria a reconstruir a partir de ossos centenas de anos depois. Para nós, isso reforça que os dinossauros não desapareceram em uma era mítica há milhões de anos, mas foram gradualmente extintos pela caça e pela mudança de habitat, coexistindo com a humanidade conforme o registro bíblico sugere.

 

Dragões ou Dinossauros registrados na China.

Dragões ou Dinossauros registrados na China

A história da China é repleta de referências a criaturas majestosas que chamamos de dragões. Para a historiografia secular, tratam-se de arquétipos culturais.

Os registros das dinastias chinesas oferecem uma visão muito mais prática: a de que esses animais (dinossauros sobreviventes) eram mantidos em cativeiro e utilizados para o serviço humano.

Durante séculos, o Zuo Zhuan foi o texto fundamental para a educação da elite chinesa. Longe de ser um livro de fábulas, ele narra a história ancestral da nação com rigor. Um dos relatos mais surpreendentes deste texto envolve a estrutura administrativa do Estado para lidar com grandes répteis:

“Os antigos criavam dragões e o Estado utilizava os serviços de dois clãs conhecidos como Criadores de Dragões e Domadores de Dragões.” (Sterckx, R., The Animal and the Daemon in Early China, 2012).

Isso indica que a criação de “dragões” não era um evento isolado, mas uma atividade que exigia linhagens familiares especializadas e técnicas de manejo, assim como temos hoje para cavalos ou falcões.

Dinossauros no Palácio Imperial (Dinastia Song).

Registros históricos da Dinastia Song (960-1279 d.C.) vão além e relatam que um dos imperadores mantinha esses animais vivos dentro do próprio complexo do palácio. (Niermann, LD “Dinosaurs an Dragons,”) 

Diferente da visão moderna de que dinossauros se extinguiram há milhões de anos, o registro chinês situa a existência dessas criaturas em pleno período medieval, contemporâneo às cruzadas na Europa.

Dragões como Animais de Tração na Dinastia Ming.

A evidência visual também é robusta. O pintor Wu Bin (1573-1620), que serviu como secretário do Imperador na Dinastia Ming, deixou obras que retratam a utilidade prática desses animais.

Em sua famosa obra intitulada “Dezoito Arhats”, Wu Bin pintou dragões chineses sendo utilizados para uma tarefa comum: puxar carroças. O fato de um secretário imperial e pintor renomado retratar o animal em uma função doméstica sugere que, para a corte da época, a ideia de um “dragão” servindo ao transporte não era algo místico, mas uma memória de sua utilidade ancestral ou uma prática ainda observada.

Se os dinossauros fossem apenas lendas, por que o Estado chinês criaria cargos oficiais para sua criação?

A resposta mais simples é a que a ciência secular evita: o homem e o dinossauro coexistiram, e a inteligência humana, dada por Deus, foi capaz de dominar até mesmo os mais terríveis répteis da terra.

 

Konrad Gesner, o “Pai da História Natural” menciona Dragões vivos em seu tempo.

Konrad Gesner o Pai da História Natural menciona Dragões vivos em seu tempo.

Muitos críticos da narrativa bíblica afirmam que os dinossauros (chamados antigamente de dragões) desapareceram milhões de anos antes do homem. Contudo, ao abrirmos os livros dos fundadores da ciência moderna, encontramos algo perturbador para a cronologia secular: registros científicos de que essas criaturas ainda estavam vivas no século XVI.

Dragões foram descritos em tratados zoológicos renomados publicados durante a Idade Média pelo grande naturalista e médico suíço Konrad Gesner publicou uma enciclopédia em quatro volumes, de 1516 a 1565, intitulada  Historiae Animalium .

“Muito Raros, mas Ainda Vivos.”

Em sua obra, Gesner não descreve os dragões como seres de contos de fadas, mas como répteis reais, embora em vias de extinção. Ele os classificou como:

“Criaturas muito raras, mas ainda vivas.”

Gesner detalhou diferentes tipos de dragões, separando-os por características físicas, como a presença ou ausência de asas e o número de patas. Para um cientista do calibre de Gesner, que descreveu com precisão milhares de outros animais que conhecemos hoje, seria contraditório acreditar que ele simplesmente “inventou” uma espécie no meio de sua obra mais séria.

Gesner foi um dos maiores intelectuais de sua época. Ele distinguia fatos de fábulas. Se ele registrou os dragões como “ainda vivos”, é porque havia evidências contemporâneas ou relatos de testemunhas oculares de confiança em sua época.

O fato de ele chamá-los de “muito raros” confirma a visão bíblica de que, após o Dilúvio, as condições ambientais mudaram e esses grandes répteis (dinossauros) foram desaparecendo gradualmente, tornando-se raridades até a extinção total.

 

Conclusão:

Quando observamos estas narrativas e registros históricos diversos é aceitável a conclusão de que tanto dragões como serpentes gigantes podem ser dinossauros que sobreviveram ao Dilúvio.

Para o pesquisador que fundamenta sua busca na Palavra de Deus, a coexistência é a única conclusão lógica.

O livro de Gênesis afirma que todas as criaturas terrestres foram formadas no mesmo dia que o homem.

As descrições majestosas de criaturas como o Beemote e o Leviatã no livro de Jó não são metáforas poéticas sobre animais modernos insignificantes, mas o testemunho do Criador sobre Suas obras mais imponentes, que Jó e seus contemporâneos conheciam bem.

O desaparecimento desses gigantes não exigiu uma catástrofe de milhões de anos, mas seguiu o padrão de extinção observado em tantas outras espécies: mudanças climáticas pós-diluvianas, escassez de recursos e a expansão da civilização humana. Os “dragões” tornaram-se raros, depois lendas, até que a ciência moderna os rotulou como “pré-históricos”.

 

Referencias:

(Epstein, Perle S., Monsters: Their Histories, Homes, and Habits , 1973, p. 43.) 

(JOSEFO, Flávio. Antiguidades Judaicas, Livro II, Capítulo 10, Seção 2.)

(HERÓDOTO. Histórias, Livro II, Capítulos 75 e 76.)

(Estrabão, Geografia, Livro XV, 1.37, citando Megástenes)

(PLÍNIO, o Velho. História Natural, Livro VIII, Capítulo 14.)

(PLÍNIO, o Velho. História Natural, Livro VIII, Capítulo 11 e 12.)

(PLÍNIO, o Velho. História Natural, Livro IX, Capítulo 4.)

(AELIANO, Cláudio. De Natura Animalium (Sobre a Natureza dos Animais), Livro XV, Capítulo 21)

(Polo, Marco, As Viagens de Marco Polo , 1961, pp. 158-159.)

(Sterckx, R., The Animal and the Daemon in Early China, 2012).

(Niermann, LD “Dinosaurs an Dragons,”) 

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PR. Monteiro Junior

Sou Pastor e eterno estudante de Teologia. Apaixonado pela História da Igreja e por todas as áreas importantes para o nosso crescimento espiritual. Estudo desde sempre temas ligados a Apologética, Arqueologia Bíblica e Escatologia, me dedicando a ensinar e a compartilhar o conhecimento relacionado principalmente a estes temas.

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